Qual a melhor técnica fisioterapêutica para a criança com T21?

Quando se trata de atendimento a crianças com T21, sabemos que é enorme a gama de técnicas, conceitos e métodos possíveis. Todos visam proporcionar ao indivíduo maior independência e funcionalidade, auxiliando no processo de desenvolvimento motor e cognitivo, adequação do movimento, equilíbrio, e o correto alinhamento postural, promovendo maior longevidade e melhor qualidade de vida. Porém como sabemos qual é a melhor opção?

Primeiramente, é fundamental, em uma sessão de fisioterapia, observar quais habilidades a criança já dominou sozinha, e assim determinar o que a criança está pronta a aprender a seguir. A intervenção deve ser baseada em exercícios de acordo com a fase em que se encontra, visando o seu próprio desenvolvimento, e isso poderá ocorrer de diversas formas. O terapeuta deve determinar o que motiva o paciente, tornar o atendimento lúdico e divertido, tornando mais provável que a criança se interesse e participe da atividade. Por exemplo, a utilização de brinquedos e brincadeiras como suporte e motivação. Mediante todas essas informações, a escolha da técnica ou manuseio pode ser alterada durante uma mesma sessão, ou a utilização de mais de uma como recurso para aquele momento em que a criança se encontra.

Pode ocorrer de a criança não aceitar ou não responder bem a certo tipo de intervenção, e com isso o terapeuta deverá modificar sua estratégia. O importante é que o profissional tenha os objetivos funcionais a curto e a longo prazo estipulados e bem definidos, e assim, utilizar dos meios possíveis para que o indivíduo com T21 expresse o melhor de si, sem precisar se prender a uma técnica específica de tratamento.

Texto por Aline Biemann, fisioterapeuta.

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